quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
E-commerce nacional deve faturar R$ 3,76 bilhões no Natal
Melhor data sazonal para o varejo em geral, o período de Natal mexe com as expectativas de todos os lojistas. E, no e-commerce brasileiro que cresce mais a cada dia, não é diferente.
Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o Natal deve movimentar R$ 3,76 bilhões somente nas lojas virtuais nesse ano, representando um crescimento de 29%, em relação a 2011.
A expectativa ainda é que sejam realizados 11 milhões de pedidos, com destaques para as vendas de tablets e smartphones. Os eletroeletrônicos dominam as categorias de produtos mais vendidos no varejo on-line, seguido por: saúde, beleza e medicamentos; moda e acessórios; e livros, assinaturas de revistas e jornais.
“Esperamos um Natal muito positivo para o comércio eletrônico. As lojas virtuais brasileiras vêm se desenvolvendo muito e estão cada vez mais sabendo prestar um bom serviço para o cliente, tanto em preço, como em entrega”, afirma Maurício Salvador, presidente da ABComm.
Para esse Natal, a ABComm ainda criou a “Cartilha do E-consumidor Brasileiro”, que vem para orientar os usuários que desejam realizar compras pela internet a cuidar da segurança, evitando problemas nas transações.
Fonte: Portal Alshop/ Notícias - 5/12/2012
Imagem: Inteligência Digital/ SouBH
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Vida moderna traz percalços à qualidade de vida

Saúde é um fator importante que compromete em especial no mundo moderno a vida profissional. Pesquisa desenvolvida no final do ano passado pelo CNI-IBOPE aponta que um em cada três trabalhadores perdeu pelo menos um dia de trabalho nos últimos 12 meses por motivos relacionados à saúde e 14% deixaram de realizar suas atividades de trabalho nos últimos 30 dias por motivos relacionados à saúde. Nos últimos oito anos, o volume de recursos do Ministério da Saúde chega a margem de R$ 200 milhões ao ano, como um reflexo dos investimentos progressivos para superar o problema que vem crescendo a cada ano.
Mas, o investimento na alimentação adequada e em produtos saudáveis também são essenciais na busca por um melhor bem estar. Especialistas apontam que diversos alimentos são positivos neste caminho, inclusive aqueles considerados por muitos como gordurosos como é o caso do chocolate amargo, amendoim, azeite, vinho, abacate, sementes de linhaça e alguns tipos de margarina. Consumidos com moderação, eles são capazes de beneficiar o coração e até aumentar a longevidade.
A linhaça, por exemplo, é conhecida pelo seu alto poder antioxidante e como um fitoestrógeno natural. Desenhos encontrados em tumbas faraônicas e relatos mais antigos determinam que esta planta cultivada ao redor do mundo está presente na vida do homem até mesmo no período de 5000 anos antes de Cristo, na Mesopotâmia. Ela pode ser encontrada e consumida de várias maneiras e possui vários benefícios, pois estão presentes em sua composição proteínas, fibras alimentares, vitaminas (B1, B2, C e E), minerais (ferro, zinco, potássio, magnésio, fósforo e cálcio), ácidos graxos poliinsaturados (Ômega 3 e Ômega 6) e monoinsaturado ( Ômega 9), que lhe conferem a propriedade de alimento funcional.
“Este é um alimento funcional rico em fibras. Suas funções nutricionais como fonte de energia e de substrato para a formação de células e tecidos, ajudam a promoção do bem-estar das pessoas e previnem o aparecimento precoce de doenças degenerativas que levam a uma diminuição da longevidade”, diz Lussandra Gallindo, nutricionista da Prolev, empresa especializada em alimentos funcionais e saudáveis, que atua há mais de 16 anos no segmento, e que apostou numa linha de produtos com a semente. A Linhaça Prolev se apresenta no mercado em duas formas: Dourada em Flocos e Farinha de Linhaça Marrom. E, para ajudar no uso do produto, a marca abriu um canal com receitas específicas para a produção de pratos saborosos e saudáveis, além disso a página ainda mantém espaço de esclarecimentos à saúde e uso adequado de produtos da marca com apoio de nutricionistas.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Comunicação e mercado: é bom entender

Os meios de comunicação de massa enfrentam hoje um acelerado processo de transformação. O seu dinâmico papel de formador de opinião é um instrumento imprescindível a todas as instituições, tanto públicas quanto privadas. Por isso, hoje é importante manter estratégias de inserção no mercado de mídia jornalística, com foco na criação de uma identidade corporativa isenta de interesses mercadológicos junto ao público.
A fim de conquistar um concorrido espaço em uma sociedade globalizada, a comunicação empresarial surge como um artifício eficiente na busca por espaços para a divulgação de projetos e trabalhos que tenham a intenção de criar, modificar e melhorar a imagem de uma marca, empresa, ou organização junto a sociedade. O trabalho da assessoria de imprensa tem justamente essa função de provocar a mídia jornalística e estimular a inserção gratuita nos meios de informações e notícias sobre serviços e produtos de uma corporação, que conhecemos como comunicação espontânea.
Mas, todo e qualquer trabalho de comunicação é realizado e adquire, na medida do possível, seu objetivo a partir da elaboração de um Plano de Comunicação, que consiste no conhecimento total do cliente, suas atividades, sua importância para o Mercado, suas necessidades em comunicação e sua estrutura interna. Fica visível, então, que para a realização desse trabalho é necessário o mínimo de informações sobre o cliente e seus objetivos para que, dessa forma, a assessoria de Comunicação possa realizar um trabalho adequado aos propósitos do cliente.
Desta forma, torna-se fundamental uma constante comunicação entre cliente e assessoria, que ainda adquire o papel de consultor sobre possíveis crises de imagem junto ao público com relação a situações relacionadas à organização ou empresa. Naturalmente, o bom funcionamento esse processo dependerá deste canal de comunicação entre assessoria e assessorado, conteúdos das notícias, interesse das informações pela mídia e estratégias de impacto desenvolvidas pelo cliente e pela assessoria para atrair atenção ao assunto trabalhado em questão.
Profissionais atuantes no mercado e em diversas áreas de expertise, precisam acreditar que é necessário avaliar melhor e discutir todo este trabalho, pois este é um processo desenvolvido em conjunto com a atuação de diversas partes, para se obter a força e se criar o conceito da marca e da organização que se deseja junto ao público e opinião pública. Desta forma, é preciso conhecer antes de tudo as diferenciações no trabalho de cada um dos profissionais envolvidos neste processo, além de nós que cuidados da comunicação jornalística, que são o profissional de marketing, publicidade e design.
MARKETING
Antes de tudo o profissional de marketing é um consultor e estrategista, ele é responsável por administrar e planejar tudo o que envolve rentabilidade de uma empresa, da fabricação, do produto à venda, do desenvolvimento de serviços. Na verdade, essa atividade envolve ainda a avaliação das necessidades de mercado e identificar demandas, orientando assim os passos de uma empresa nos lançamentos de serviços e produtos, a concretização dos resultados com essas ações e o trabalho de pós-venda, que envolve o monitoramento dos pontos fortes e fracos, que devam ser melhorados. Com isso, percebe-se que a qualificação deste profissional é bem específica e ao mesmo tempo bem articulada, uma vez que é uma área de trabalho voltada para quem gosta de planejar e trabalhar com tudo o que envolve um planejamento: números, pessoas, produtos, matéria-prima, preço, vendas, propaganda, clientes, produção etc. Sendo assim, o profissional de marketing está muito mais próximo de um administrador geral de uma empresa, do que do setor responsável pela propaganda, pelo design ou pela comunicação. Contudo, para poder estar a frente desse processo de administrar e de desenvolver planejamentos bem feitos, ele precisa entender de ponta-a-ponta todas essas áreas mais abrangentes e amplas que estão inseridas paralelamente na sua atuação no mercado de trabalho.
PUBLICIDADE
A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial que impacta por meio de três mecanismos específicos: a atenção, a memorização e a persuasão. A publicidade só tem valor para o negócio se criar uma identificação fácil para o consumidor sobre a marca ou instituição publicitada, criando recall e propiciando interesse no produto ou serviço da empresa ou da marca.O primeiro ponto forte da publicidade é que ela chega a uma vasta audiência e, desta forma, pode construir o conhecimento sobre uma marca (informar), criar uma imagem de marca e uma posição da marca a longo prazo e aumentar o conhecimento sobre essa marca. Contudo, ela tem uma limitação importante, que constitui um fator negativo, que é o fato do público geral vê-la como uma ação de comunicação intrusiva, dado ao elevado número de inserções em anúncios, spots de rário, peças de mídia exterior e comerciais de Tv.
Para isso, pesquisa o perfil do público-alvo, levantando dados como idade, condição socioeconômica, escolaridade, costumes, hábitos de consumo, interesses e necessidades diretas e indiretas. Desta forma, o profissional de publicidade e propaganda atua na elaboração de estratégias e inovações na área de comunicação, visando obter melhoramentos na relação de empresas e instituições com a sociedade através de uma abordagem comunicacional focada em campanhas nos meios e ações promocionais.
Observa-se assim que o trabalho de publicidade pode ser resumido como:
- Promover informação atrativa sobre produtos e serviços;
- Criar expectativa no público quanto a produtos e serviços;
- Criar desejo pelo consumo e aquisição dos produtos e serviços.
DESIGN
É qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de marcas, artes, peças e artefatos de comunicação orientado por uma intenção ou objetivo específico. O profissional em design gráfico desenvolve idéias e mensagens, utilizando conceitos do processo técnico e criatividade. Com isso, destacamos que os designers gráficos interpretam graficamente uma ideia ou um conjunto de informações, para desenvolver uma comunicação que junto com a publicidade e propaganda, o marketing e a comunicação jornalística possam estabelecer uma imagem conhecida pelo público e, com isso, o trabalho se torne mais um instrumento de comunicação.
Assessoria de imprensa
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Uma massa cai bem, porque não?

No Dia 25 de Outubro, comemora-se o Dia Mundial do Macarrão! E para quem preocupa-se com aquela premissa de que massa engorda e faz mal à saúde? Bom, ação estratégica da Abima - Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias Brasil afora vem mostrando aos profissionais de saúde e à imprensa de que isso é apenas mito, na verdade mito. O presidente da entidade de pastas, Cláudio Zanão, tem visitado capitais do Nordeste desde o começo desta semana para na divulgação do Consenso Científico Internacional sobre a Saudabilidade do Macarrão, um documento elaborado por 15 cientistas especializados em nutrição de 13 países, que recomenda a inclusão de carboidratos no consumo diário a fim de garantir uma refeição rica em nutrientes.
“Este trabalho começou no Nordeste, em Fortaleza e no Recife, com o objetivo de acabar com o mito e desmistificar a idéia de que a massa engorda, porque já foi provado que esse alimento é ideal como produtor de energia, como muitos outros carboidratos”, destaca Zanão. Para isso, a associação está munida deste documento que aponta que as refeições com massas alimentícias e outros alimentos de baixo índice glicêmico (influencia na saudabilidade dos alimentos) podem ajudar a controlar a glicemia e o peso corporal, especialmente em indivíduos com sobrepeso ou obesidade, uma vez que assim como a diabetes esta taxa tem crescido em todo mundo. ‘
Hoje, massas alimentícias ocupam 80% market share, enquanto pão & bolo detêm 70%, mostrando a força deste setor que fatura uma média de 6 bilhões ao ano. Os dados ainda mostram que dietas de redução a zero de carboidratos reduz a capacidade de raciocínio porque 70% do cérebro é gordura, segundo a nutriocionisra e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva e uma das duas brasileiras a assinarem o Consenso Científico Internacional sobre a Saudabilidade do Macarrão. Esta declaração foi assinada durante o Congresso Científico (Scientific Consensus Conference on the Healthy Pasta Meal), em outubro de 2010, no Rio de Janeiro, realizado paralelamente ao IV World Pasta Congress.
Com isso, ele coloca em cena à massa como um mocinho e não vilão das dietas, ganhando, desta forma, amplo destaque na mídia nacional dentro da ação de divulgação da Abima, que, inicialmente, envolve as palestras técnicas de esclarecimento à jornalistas e profissionais de saúde, incluindo nutricionistas. E nessas duas primeiras apresentações no Nordeste, não só foram mostrados dados reveladores sobre as tendências de consumo alimentar do Brasil, como ainda o comportamento atual do consumidor e o posicionamento do Mercado de Massas, pelo diretor comercial da Vitarella, Massud Junior, empresa pernambucana associada à entidade e que é recall de marcas há 10 anos neste segmento.
Essa primeira etapa de esclarecimento, com palestras e ações de relacionamento, segue até agosto quando serão realizados encontros ainda no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Mas, em 2012, vão ampliar a iniciativa com campanha publicitária institucional que envolverá mídia televisiva, exterior, ações em pontos de venda e spots de rádio. “O conceito da campanha será ainda o de esclarecimento aos consumidores e de quebra do mito do mal das massas na alimentação, da mesma forma o mito do glúten impacta no consumo direto de pães, por exemplo”, comenta Cláudio Zanão. De acordo com o presidente, a investida não tem nenhuma motivação comercial a pequeno ou médio prazo, mas admite que o mito impacte diretamente no comércio desse produto. E isso pode vir a muda em 5 a 10 anos com uma campanha adequada, como a que a Abima pretende desenvolver, uma vez que a expectativa é antes de tudo mudar a mentalidade do consumidor com relação às massas.

Consenso Científico:
1. Pesquisas científicas apóiam cada vez mais a importância da dieta como um todo ao invés de alimentos ou nutrientes individualmente considerados.
2. As refeições saudáveis com massas alimentícias são um componente chave de muitos padrões alimentares saudáveis em todo o mundo, como a Dieta Mediterrânea, já comprovada cientificamente. Os padrões alimentares tradicionais conferem mais benefícios para a saúde do que os atuais padrões ocidentais.
3. Muitos ensaios clínicos confirmam que é o excesso de calorias, e não de carboidratos, o responsável pela obesidade. As dietas com sucesso em promover a redução de peso baseiam-se em proporções variáveis, adequadas e saudáveis de carboidratos, gorduras e proteínas. Todos estes três macronutrientes em equilíbrio são essenciais para uma dieta individualizada e que pode ser seguida ao longo da vida.
4. Num momento em que a obesidade e diabetes aumentam em todo o mundo, as refeições com massas alimentícias e outros alimentos de baixo índice glicêmico podem ajudar a controlar a glicemia e o peso corporal, especialmente em indivíduos com sobrepeso ou obesidade. O índice glicêmico é um dos vários fatores que influenciam a saudabilidade dos alimentos.
5. As massas alimentícias constituem uma alternativa saudável e econômica em quase todas as sociedades. Promover a acessibilidade e o baixo custo das massas alimentícias pode ajudar a combater o preconceito de que alimentos saudáveis são demasiadamente caros.
6. As refeições saudáveis com massas alimentícias são uma deliciosa maneira de se incluir ou aumentar o consumo de vegetais, leguminosas e outros alimentos considerados saudáveis e que não são consumidos em quantidades e ou frequência suficiente.
7. As refeições saudáveis com massas alimentícias são apreciadas em várias culturas no mundo inteiro, uma vez que são versáteis e facilmente adaptáveis a ingredientes locais ou sazonais.
8. Médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde devem recomendar refeições saudáveis com massas alimentícias que sejam variadas e balanceadas.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Ação estratégica em prol da saúde

Aproveitando a força das mídias sociais, a pernambucana Prolev promove sorteio de kits de produtos da marca de alimentos funcionais até o dia 07 de julho no Facebook, que já anda causando certo buzz no Twitter. A estratégia da empresa, comandada pelos empresários Fernando Remígio e Ronei Oliveira, dará aos três vencedores conjunto de 12 itens do seus mix. Mas, só valerá para aqueles que curtirem a fanpage Prolev Alimentos Funcionais com depoimentos que tratem de saúde. Ganharão, naturalmente, aqueles com os melhores comentários e maior número de amigos agregados que curtirem o perfil.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Informática para Terceira Idade possibilita inclusão

As possibilidades das novas tecnologias são foco de curso de Informática para a Boa Idade promovida pela DH2 Assessoria Educacional, voltado ao público desta faixa de idade com o objetivo de ensinar com as oportunidades e facilidades propiciadas pelos computadores. Ministrado por professores qualificados, a iniciativa integrará turma com até 28 alunos, para uma carga horária de 12 horas, deste de 02 a 23 de julho próximo.
No programa os alunos serão apresentados a conceitos introdutórios sobre computação como sua estrutura básica, hardware, periféricos, dispositivos de entrada e de saída de dado, software, sistemas operacionais, tipos e funcionamentos de programas até sua apresentação ao universo da world Wide Web (ou Rede de alcance mundial, em bom português). Dentro do universo da web, eles serão apresentados a forma adequada de navegar, fazer pesquisas, usar correios eletrônicos e criar comunidades na rede, além de desenvolver comunicação em tempo real e usar meios como o MSN Messenger.
As aulas acontecem sempre aos sábados, pela manhã, das 9h às 12h. As inscrições vão até o dia 02 de julho e custam R$ 150,00, com apostila inclusa, e parcelamento de até 2x nos cartões Hiper, Master e Visa. Informações: (81) 3427.1099 / 3241.2414/ 3052.2608 ou no site www.dh2assessoria.com.br. E as inscrições podem ser realizadas pela página ou diretamente na sede da DH2, na Rua Djalma Farias, 250, Torreão (Por trás da Unicordis da Av. Agamenon Magalhães).
Sobre a DH2 Assessoria Educacional e Treinamento - é uma organização que atua em parceria com universidades e outras instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais. Em virtude das suas ações em prol da educação e do treinamento profissional, já conquistou diversos títulos e reconhecimentos nacionais e internacionais como a Láurea de Empreendedores da América Latina 2011 do Instituto Cultural da Fraternidade Universal, Empresa Brasileira do Ano em Educação 2011 - Brazil Quality Summit, pela Latin American Quality Institute, Top of Quality, Top of Business 2010, Destaque Empresarial – 50 anos Brasília, Latin American Grand Awards e Marketing e Negócios, pela Assmercosul.
Em cooperação com universidades européias, a DH2 Assessoria Educacional e Treinamento promove no Brasil, os Ciclos de Seminários Preparatórios para o Acesso a Mestrados e Doutorados da Universidade da Madeira, cujo objetivo é o de conferir aos participantes, através de criteriosa seleção e programação, a preparação necessária à realização de trabalho científico independente e à melhor adequação aos níveis de exigência para a obtenção dos Graus de Mestre e de Doutor.
Atualmente, a instituição mantém parcerias fortes no Brasil com a Fatene - Faculdade de Tecnologia e Aperfeiçoamento Humano, Faculdade Vale do Jaguaribe - FVJ (CE), Conselho Regional de Administração de Recife - CRA, Faculdade Santa Helena (PE), SINPRO - PE (Sindicato dos Professores de Pernambuco), Portal Administradores.com, LBV, FIEPE - Federação das Indústrias do Estado de PE, Conselho Regional de Economia do Ceará - CORECON/CE, Gazeta de PE, Edições Paulinas, Conselho Regional de Economia de Pernambuco - CORECON/PE, Câmara Brasil Portugal do Ceará, ADVB-PE, Convention Bureau, entre muitos outros.
SERVIÇO:
Curso de Informática para a Boa Idade
Quando: Deste sábado (02) até dia 23 de Julho próximo
Valor: R$ 150,00
Onde: DH2 Assessoria Educacional
Inscrições: DH2 Assessoria Educacional - Rua Djalma Farias, 250, Torreão (Por trás da Unicordis da Av. Agamenon Magalhães) ou no site www.dh2assessoria.com.br.
Informações: (81) 3427.1099 / 3241.2414/ 3052.2608 ou no site www.dh2assessoria.com.br.
Marcadores:
Curso,
DH2,
Inclusão Digital,
Informática,
Terceira Idade
terça-feira, 28 de junho de 2011
Bolsas para Trabalho de Conclusão de Curso

Um dos períodos de maior desafio para os estudantes de graduação é aquele em que devem construir seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). As monografias finais constituem-se em um importante elemento na formação profissional e intelectual. Entendendo a relevância dessa etapa, a ANDI – Comunicação e Direitos (www.informacao.andi.org.br), por meio do Programa InFormação, e o Instituto Alana, através do Projeto Criança e Consumo, oferecem bolsas a alunos que pretendam elaborar seus TCC focados na relação entre Criança, Consumo e Mídia. Realizado desde 2007, o programa de bolsas seleciona trabalhos relacionados à Comunicação e à agenda social brasileira.
AS BOLSAS - Serão concedidas 07 (sete) bolsas de R$ 390,00/mensais (trezentos e noventa reais por mês), durante 6 (seis) meses, para os(as) estudantes universitários(as) que se comprometerem a realizar seus TCC com foco na:
i. Interface geral entre "Criança, Consumo e Mídia" (3 bolsas);
ii. Temática especial "Publicidade de alimentos e interfaces com a obesidade infantil" (2 bolsas);
iii. Temática especial "Desafios para a autorregulamentação da publicidade"(2 bolsas).
QUEM PODE PARTICIPAR - Podem concorrer às bolsas estudantes de graduação de quaisquer Instituições de Ensino Superior brasileiras [o Programa não está restrito a estudantes de Jornalismo ou Comunicação].* PROJETOS Para concorrer a uma das bolsas ofertadas, o candidato deve preparar, com o auxílio de um professor orientador, um projeto de TCC de acordo com os parâmetros definidos no Edital (acesse o Edital aqui
Serão escolhidos trabalhos que venham a ser produzidos e defendidos até 31/01/2012.INSCRIÇÕES As inscrições para o Programa de Bolsas para TCC ocorrerão de 20/05 a 20/07 de 2011. É necessário realizar uma pré-inscrição *online*, no sítio do Programa InFormação (*www.informacao.andi.org.br*). Posteriormente, deve-se enviar à Coordenação de Relações Acadêmicas da ANDI, até o dia 25/07 de 2011 (valendo a data de postagem), o projeto conforme as regras definidas no Edital do concurso.
RESULTADOS - Os contemplados serão conhecidos até o dia 15/08 de 2011, podendo ser antecipado o resultado.
DIVULGAÇÃO - Nesta edição do programa, os(as) bolsistas e orientadores(as) também irão produzir artigos acadêmicos que permitirão divulgação mais ampla dos conhecimentos produzidos. Os textos serão disponibilizados para *download* e poderão integrar coletâneas como "Infância e consumo: estudos no campo da comunicação I " (baixe aqui
CONHEÇA O EDITAL - Acesse o Edital de Premiação completo na página eletrônica do Programa InFormação, na seção “Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso”.
O Universo de Miyazaki, Otomo e Kon
Mostra de Cinema exibe produções de Hayao Miyazaki, Katsuhiro Otomo e Satoshi Kon, e promove curso e oficina de mangá

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro e a 3 Moinhos Produções apresentam, desta terça (28 de junho) a 10 de julho, a mostra de cinema “O Universo de Myiazaki | Otomo | Kon” com 18 longas-metragens de animação. A mostra, além da cinematografia de Miyazaki, se expande para as obras de Katsuhiro Otomo e Satoshi Kon, ambos também marcados pelo refinamento nas produções e temáticas fora do convencional industrial.
Além da exibição dos filmes, a mostra promoverá um curso sobre a obra de Miyazaki, em quatro aulas, e uma oficina de mangá, ambos com inscrições gratuitas. A oficina pretende abordar noções de desenho, espacialidade e estilo de narrativa através do desenho impresso. Os alunos produzirão os seus próprios mangás durante as aulas, ao mesmo tempo em que participarão de um estudo estético dos mangás de Hayao Miyazaki, Katsuhiro Otomo e Satoshi Kon. As inscrições para o curso e oficina são gratuitas e estão abertas no site www.ouniversodemok.com.br
Animação Japonesa - Apesar da animação japonesa ser sempre associada ao termo ‘anime’, tal termo hoje não se refere genericamente a qualquer animação produzida no Japão, mas a um estilo fortemente arraigado e de características marcantes, como os populares olhos grandes e a animação econômica e de movimentos expressivos.
A consolidação desse estilo veio da adaptação da arte aos prazos curtos e pequenos orçamentos das séries televisivas nipônicas. Porém, o mesmo processo industrial que criou o estilo anime também gerou insatisfações entre os artistas e correntes contrárias a essa forma de produzir. Esses "transgressores" do sistema japonês optaram pela animação de apelo autoral em longas-metragens cinematográficos para fugir da massacrante produção de séries televisivas.
A criação do Studio Ghibli, por Hayao Miyazaki e Isao Takahata, com a proposta de ser "um vento que varresse a cabeça dos artistas", mostrou que tal forma de trabalho era possível e criou seguidores. Obras produzidas antes e depois da fundação do Studio Ghibli, como “Nausicaä do Vale dos Ventos” e “Meu Vizinho Totoro” abriram caminhos para o surgimento de “Akira” (o filme fenômeno de Katsuhiro Otomo), e para a breve e bela cinematografia de Satoshi Kon, e o seu mundo de sonhos em "Paprika".
A programação completa e as sinopses dos filmes podem ser acessadas nos sites www.caixa.gov.br/caixacultural ou www.ouniversodemok.com.br .
SERVIÇO:
O Universo de Miyazaki | Otomo | Kon
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21)2544-4080
Datas: de hoje (28 de junho) a 10 de julho de 2011, sempre de terça-feira a domingo
Horários: Consultar programação nos sites abaixo
Classificação: Consultar programação nos sites abaixo
Lotação: 85 lugares, sendo 2 (dois) para cadeirantes
Ingressos: R$ 2,00 (Inteira) e R$ 1,00 (Meia)
Acesso para portadores de necessidades especiais.
Programação completa: www.caixa.gov.br/caixacultural e www.ouniversodemok.com.br

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro e a 3 Moinhos Produções apresentam, desta terça (28 de junho) a 10 de julho, a mostra de cinema “O Universo de Myiazaki | Otomo | Kon” com 18 longas-metragens de animação. A mostra, além da cinematografia de Miyazaki, se expande para as obras de Katsuhiro Otomo e Satoshi Kon, ambos também marcados pelo refinamento nas produções e temáticas fora do convencional industrial.
Além da exibição dos filmes, a mostra promoverá um curso sobre a obra de Miyazaki, em quatro aulas, e uma oficina de mangá, ambos com inscrições gratuitas. A oficina pretende abordar noções de desenho, espacialidade e estilo de narrativa através do desenho impresso. Os alunos produzirão os seus próprios mangás durante as aulas, ao mesmo tempo em que participarão de um estudo estético dos mangás de Hayao Miyazaki, Katsuhiro Otomo e Satoshi Kon. As inscrições para o curso e oficina são gratuitas e estão abertas no site www.ouniversodemok.com.br
Animação Japonesa - Apesar da animação japonesa ser sempre associada ao termo ‘anime’, tal termo hoje não se refere genericamente a qualquer animação produzida no Japão, mas a um estilo fortemente arraigado e de características marcantes, como os populares olhos grandes e a animação econômica e de movimentos expressivos.
A consolidação desse estilo veio da adaptação da arte aos prazos curtos e pequenos orçamentos das séries televisivas nipônicas. Porém, o mesmo processo industrial que criou o estilo anime também gerou insatisfações entre os artistas e correntes contrárias a essa forma de produzir. Esses "transgressores" do sistema japonês optaram pela animação de apelo autoral em longas-metragens cinematográficos para fugir da massacrante produção de séries televisivas.
A criação do Studio Ghibli, por Hayao Miyazaki e Isao Takahata, com a proposta de ser "um vento que varresse a cabeça dos artistas", mostrou que tal forma de trabalho era possível e criou seguidores. Obras produzidas antes e depois da fundação do Studio Ghibli, como “Nausicaä do Vale dos Ventos” e “Meu Vizinho Totoro” abriram caminhos para o surgimento de “Akira” (o filme fenômeno de Katsuhiro Otomo), e para a breve e bela cinematografia de Satoshi Kon, e o seu mundo de sonhos em "Paprika".
A programação completa e as sinopses dos filmes podem ser acessadas nos sites www.caixa.gov.br/caixacultural ou www.ouniversodemok.com.br .
SERVIÇO:
O Universo de Miyazaki | Otomo | Kon
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21)2544-4080
Datas: de hoje (28 de junho) a 10 de julho de 2011, sempre de terça-feira a domingo
Horários: Consultar programação nos sites abaixo
Classificação: Consultar programação nos sites abaixo
Lotação: 85 lugares, sendo 2 (dois) para cadeirantes
Ingressos: R$ 2,00 (Inteira) e R$ 1,00 (Meia)
Acesso para portadores de necessidades especiais.
Programação completa: www.caixa.gov.br/caixacultural e www.ouniversodemok.com.br
Jornalismo para Blog de Enogastronomia

Você gosta ou tem interesse/conhecimento pela área de enogastronomia (gastronomia + vinhos)? Tem um bom texto e curte atuar em redes sociais? Possui camera digital ou profissional? Boas idéias sobre o mundo de vinhos? Então mande seu currículo com o assunto #vinhoclub072011 para o e-mail: luciana@vinhoclub.com.br com alguma pauta/texto - com ou sem foto feita por você, para este segmento, e uma ideia de pauta sobre vinho para o teste.
O trabalho consiste em fazer matérias e fotos sobre enogastronomia e alimentar as redes sociais diariamente com assuntos correlatos ao segmento do blog.
Para preencher a vaga, a pessoa deve cursar jornalismo a partir do 4º período, tempo livre de 4 horas diárias (manhã ou tarde), podendo atuar do seu computador em casa, mas com disponibilidade para ir para reuniões de pauta (em Casa Amarela ou no Torreão) pelo menos 2 a 3 vezes por semana; tempo para se deslocar para fazer matérias, entrevistas e fotos na RMR e participar de eventos e degustações à noite, esporadicamente. Daremos prioridade para quem já atuou com jornalismo gastronomico ou blogs de gastronomia e vinhos. A princípio, como ainda não temos patrocinadores, nem anunciantes, apenas parceiros, oferecemos uma ajuda de custo de R$ 50,00 por semana. Ainda é pouco, mas depois melhora.
Sobre o Vinho Club (www.vinhoclub.com.br) - O Vinho Club é um blog novo que visa consagrar o vinho e proporcionar aos apreciadores dessa bebida milenar, informações sobre um universo carregado de história. Nele combinamos o vinho com cultura, cotidiano, arte e gastronomia, entre outros assuntos, e você encontra de tudo um pouco sobre o que acontece em Pernambuco, no Brasil e no mundo. Nosso intuito é oferecer aos apreciadores da bebida assuntos inerentes à essa cultura.
Marcadores:
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veículos
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Super atendimento digital world

A comunicação está mudando e tornou-se importante discutir as agências de comunicação face aos veículos cada vez mais tecnológicos, segundo @Jeufigueiroa da Morya, uma pessoa que pareceu bastante interessante em palestra que assisti na Maurício de Nassau e que resgato aqui.
Ele relembrou o anúncio do Odissey Phillips e mostra ainda a do Playstation para pontuar que a publicidade se tornou conceitual hoje!
Hoje o relacionamento da agência com os públicos de relacionamento são muito mais variados, pq vc tem mais cobranças:

- Dinheiro;
- Prestígio; ---------------> Cliente
- Clientes;
- Canais de divulgação.
Na opinião dele, a comunicação no Brasil ainda está pautada no conceito de que a grama do vizinho é mais verde!
E para argumentar essa colocação, expôs cases que se tornaram sucesso por trabalhar com a mão de obra local para soluções com retorno para o cliente:
Entre eles, apontou:
O Twitão Abreu = O primeiro feirão de imóveis do Brasil, promovido pelo twitter,
+ 307 seg, que deu um salto de 243.173 posições no ranking “twitter grader” em + de 5h no TTBr e + de 10h no ranking do traends tops
Case #Twittaodeimoveis
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Quando o cliente solicita o Twitão Abreu, o cliente espera o mesmo resultado. E quando não consegue, ele pensa que vc não foi bem sucedido ....
Desta forma, fornecedores passaram a ser inimigos íntimos, quando não conseguem os resultados de sucesso.
Um dos maiores desafios, por exemplo, é alcançar a marca de 80 trilhões de pageviews
Hoje, a comunicação está assim....
Agência:
Eu quero isso aí --------------------> As agências não vão morrer. Vão se adaptar
Funcionários:
Eu faço impressos
Administrar a besteira dos outros
Os clientes do meu cliente querem ver os Cases, como:
Tiririca + serra
Na postura, Reclamo mesmo
Outra possibilidade para as agências no mercado de comunicação digital é o Social games, que marcam presença forte nas redes como pode-se perceber abaixo:

53% Facebook
19% dizem que são viciados
69% são mulheres
20% pagam para ter vantagens nos jogos
Desta forma, percebe-se que as marcas já estão apostando nestas possibilidades:
- a Bis colocou uma semente no colheita feliz
Tullaluana
- Catalisador de besteira:
pedir descontos no universo online!
Mas, como ganhar o jogo?
Mais do que quer estar na era do vender, estamos na era do ajudar!

Quando o cliente procura, ele entende que o meio é novo e que as coisas podem não dar certo, mas ele sabe que vc vai ajudar a torná-lo achável!
Mais do que vender, você tem que ajudá-lo a ser acessível
P.S:
Twittão Abreu ganhou recente destaque na mídia em pesquisa sobre o MKT Imobiliário
http://www.diariodenatal.com.br/2011/06/19/imoveis3_0.php
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sábado, 13 de novembro de 2010

Os novos conceitos de empreendedorismo, tecnologia e inovação, que estão super interligados a uma nova postura, chamada Humanidade 5.0 foi a questão que mais me despertou a atenção durante palestra Empreendedor.com, na Feira do Empreendedor do SEBRAE-PE, no CECON-PE, pelo consultor e expert em Mídias Sociais, Gil Giardelli.
Para ele, o novo capitalismo representa o Século da Intuição onde as pessoas passam a aprender, viver e empreender em Rede e um dos exemplos disso está na capacidade das novas gerações de deixar de lado os antigos modismos e vícios, como as novelas de Tv, e se integrarem de forma colaborativa no universo web. E essa tendência irá crescer progressivamente ainda com o passar dos tempos. Jovens como Pedro Franchesccini, um garoto de apenas 13 anos que assina 15 projetos, já criam aplicativos, jogos e novas tecnologias nas plataformas multimídias.
Esses Tech Inovadores, ou empreendedores.com., estão fazendo o que podem para tornar esse mundo melhor e com mais qualidade, partindo da premissa que você é o que você compartilha e que você compartilha para não ficar sozinho. Desta forma, surgem novos conceitos relacionados a essa nova ordem econômica social, a era da coletividade e da solidariedade coletiva, que vai de encontro com a era industrial.
Nós não vivemos mais em torno de uma carreira, porque hoje temos a capacidade de desenvolver múltiplas aptidões. Vivemos dentro de um núcleo de pessoas cansadas das redes de segurança da sociedade e que têm novas necessidades, galgadas em trabalho duro, igualdade de direitos, educação, respeito a religiosidade e respeito aos mais velhos. Somos o reflexo de um espírito aventureiro que se renova, como uma constante fábrica de idéias, que foge da centralização e busca o consumo mais engajado.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Gestão de mídias sociais no panorama corporativo

O novo milênio trouxe um avanço tecnológico tendo como fator fundamental para uma nova evolução da sociedade mundial a disseminação da internet. Comunicar-se utilizando qualquer meio digital se tornou uma realidade em todo o mundo, uma vez que as ferramentas disponíveis na web diminuem os conceitos de distância física, geográfica e intima as pessoas.
Através de e-mail, celular, podcats, blogs, sites de notícias e de relacionamentos, a sociedade transforma-se em um novo tipo de nação: a do ciberespaço, que busca informação direcionada e específica para suas necessidades imediatas. É dentro dessa nova realidade que as empresas buscam novas estratégias de manutenção e expansão das marcas, adequando-se a nova lei organizacional vigente no universo 2.0 e, ao mesmo tempo, as suas políticas corporativas.
Para Paulo Nassar, as políticas e ações empresariais nos dias de hoje precisam envolver novos valores, processos e atividades que integram um grande número de protagonistas para atingir os efeitos necessários e desejados por uma organização. Esta nova realidade é uma consequência das mudanças de ambientes que as empresas tiveram que encarar frente à revolução digital ocorrida em meados do século XX, período em que “predominava o protecionismo econômico e o amordaçamento político”.
A partir dos anos 90, as empresas tiveram que se adequar ao conceito de se comunicar com seus públicos como uma estratégia para ampliar e fortalecer suas ações. Segundo Nassar, “essas novas mídias digitais se caracterizam por grande abrangência, alta interatividade e velocidade, intervenção no debate social, além de sua utilização por não especialistas, como produtores de conteúdos e acontecimentos midiáticos” (apud Massimo Di Felice In Do Público para as Redes). Isto porque a internet interliga os indivíduos e os possibilita forma o seu próprio habitat de comunicação, sem mediadores, que gera uma produção de conteúdos e, por conseqüência, proporcionam uma nova audiência e novos meios de comunicação.
Esses sistemas hipermidiáticos, batizados de redes sociais e fundamentadas na ativação da comunicação pela própria sociedade, cria uma cultura generalizada de colaboração que caracteriza a própria web 2.0. Ela é representada por agrupamentos sociais que geram novas formas de conversação e identificação entre as pessoas por meio da busca de interesses comuns: relacionamentos afetivos, familiares, profissionais, ou comerciais, conforme aponta Ana Cláudia Oliveira (apud Alex Primo In Comunicação e Interações):
"As mídias se tornaram a grande tela da visibilidade das interações contemporâneas. De um lado, a relação comunicativa que tem nela lugar é integrada pelos destinadores, os grupos econômicos detentores das mídias, das marcas, as grandes instituições, o estado e a igreja. De outro, a integram os destinatários formados pela audiência massiva, pelo público-alvo, público segmentado" (2008:27)
Desta forma, os investimentos contínuos e estratégicos em comunicação empresarial e nas mídias sociais, integraram-se ao composto de marketing revertendo a forma de se comunicar com os stakeholders e promover os bens e serviços das empresas. As organizações podem utilizar esses instrumentos bidirecionais por várias razões e, na medida do possível (mediante um planejamento estratégico eficiente e mensuração constante do seu processo e resultado, atingem os objetivos previstos).
Observa-se, assim, que as redes sociais permitem que cidadãos tenham acesso à distribuição de mensagens a públicos que não poderiam ser alcançados através da comunicação presencial ou de meios convencionais. Elas consistem numa plataforma onde é possível entender quem são seus públicos-alvo com uma profundidade jamais vista antes pelas corporações. Desta forma, as empresas perceberam que ficar de fora pode ser também um grande risco de perder visibilidade, em meio aos impactos de tantas marcas vigentes, atualmente.
Chega-se, então, a conclusão de que o uso das redes sociais é viável e imprescindível para as corporações, na era da tecnologia. No mundo da Geração Y, o ambiente virtual gera novos comportamentos, revoluciona modos de viver, cria demandas coletivas, as quais só puderam ocorrer devido ao seu alto grau de interação.
Sendo assim, as empresas que não fortalecerem o relacionamento com seus públicos e não reforçarem a imagem das suas marcas, serviços e bens, através dos apelos da cibercultura, podem estar fadadas ao desaparecimento. Dentro do conceito de imediatismo, as organizações devem se manter atualizadas e correr atrás de estratégias que, no momento vigente, sejam essenciais para a existência da corporação, tornando-a sempre visível ao público-alvo.
(RESUMO DE ARTIGO - Gestão de mídias sociais no panorama corporativo)
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Comunicação Integrada: Realidade ou Sonho

Para Margarida Kunsch, a comunicação integrada é o reflexo da evolução e da sofisticação da comunicação, que, no decorrer dos tempos, foi se aperfeiçoando e ganhando novo status e caráter estratégico. Nos últimos dez anos, aproximadamente, as organizações perceberam que todas as suas ferramentas e ações não eram eficientes se não fossem desenvolvidas através de um trabalho de união de forças, integrando várias categorias profissionais, para alcançar suas metas de relacionamento com seus públicos, de forma eficiente ou satisfatória.
Ela é uma atividade interdisciplinar pautada pela atuação conjunta de profissionais diferentes, ou seja, da interação das atividades de áreas afins da comunicação. E é esta integração que possibilita um resultado positivo para a corporação, diferenciando-a das demais em seu segmento e fortalecendo sua marca, imagem, serviços e produtos junto aos stakesholders. Por meio do trabalho estratégico, a organização pode se ver e se mostrar de uma forma melhor, uma vez que toda empresa ou instituição apresenta algum trabalho de comunicação, que pode ser boa ou ruim de acordo com as ações promovidas pela equipe responsável.
Para alguns executivos no Sul e no Sudeste, como a curitibana Oxxigênio - Marketing de Varejo e a mineira BH Trans, por exemplo, nos dias de hoje se faz essencial o trabalho de comunicação de forma integrada, porque, independente dos custos envolvidos, os resultados em termos de imagem e de interação com seus públicos são uma moeda válida para a empresa. Esta mesma realidade vem sendo adotada por organizações pernambucanas, muito mais no setor público do que no privado, destacando-se em especial aquelas relacionadas ao Governo do Estado. Isto porque, atualmente, tirando as multinacionais, são poucas as empresas privadas com orçamento suficiente para manter uma equipe multidisciplinar e realizar um trabalho eficiente de comunicação estratégica.
Apesar da sua importância e do impacto que a comunicação integrada provoca numa empresa, nem sempre ela é aplicada em virtude de despreparo organizacional, verba disponível (ou focada), entre outras dificuldades que cercam esta nova faceta da comunicação corporativa. Enquanto isso, outras ainda vivem sob o crivo ultrapassado da administração de empresas em que os investimentos devem ser dispostos àqueles segmentos que proporcionam resultados diretos e visíveis, num curto ou médio prazo. Por isso, em muitos dos casos, a mobilização de profissionais de áreas diferenciadas, com faixas salariais diferenciadas, é um custo com o qual a empresa não pode arcar, além da necessidade de recursos para custear projetos, programas, ações e ferramentas necessários.
Diante do árduo e lento processo, pode parecer que o conceito de comunicação integrada seja apenas um sonho, mas, o fato é que, progressivamente, vem se tornando uma realidade no Brasil. As empresas estão observando que fincar suas ações de comunicação em um modelo de trabalho, tradicional e ultrapassado, não é suficiente para alcançar suas metas, assim como o mercado e os profissionais de comunicação estão aprendendo a se adaptar as novas realidades impostas neste processo. São algumas das exigências hoje para o profissional dentro do novo paradigma de comunicação: ser antenado no cenário atual; ter flexibilidade no ambiente de trabalho e no relacionamento com uma equipe multidisciplinar; estar qualificado e sempre se qualificando para exercer suas atividades.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Ferramentas digitais na comunicação corporativa

Durante seus 103 anos, a comunicação organizacional mostra-se como uma atividade pungente e bem-sucedida que, assim como a revolução industrial e a revolução digital, está sempre se adaptando e fluindo frente às mudanças dos tempos. Ela nasceu focada no trabalho de jornalismo para empresas com o objetivo a atingir o público-alvo, positivamente, e continua seguindo seu foco. E, por isso, os “agentes corporativos de comunicação”, conhecidos como profissionais de comunicação empresarial (jornalistas, relações públicas, publicitários e designers) trabalham integrados para desenvolver macro estratégias diversificadas que alcancem esta proposição social; manter um relacionamento multifacetado com todos numa linguagem e formato dirigidos para cada um (clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião, colaboradores, etc).
Na era digital, este tipo particular de comunicação ganha nova configuração pautada pelas ferramentas hipermidiáticas e pela cibercultura, num reflexo da evolução da sociedade e em decorrência dos próprios avanços tecnológicos, criando assim um novo panorama comunicacional, rico de informação e adaptáveis ao momento real. Isto porque, como determina Margarida M. Krohling Kunschjh, assim como a sociedade, a comunicação nas organizações sofre todos os impactos provocados pela revolução digital em suas ações comunicativas.
Essas ações comunicativas das empresas para atingir seus públicos encaram novos modos de produção e veiculação das mensagens organizacionais passam frequentemente por profundas transformações e, por isso, precisam considerar novos fundamentos, conceitos e formatos. E é neste cenário transformador que a comunicação empresarial ganha novos reforços, provenientes do casamento das mídias convencionais com a cibercultura: as revistas customizadas digitais e os blogs corporativos.
Nascidas originalmente com propósitos diferenciados, estas duas ferramentas midiáticas alcançaram o mesmo objetivo, que é criar uma relação de aproximação e se comunicar de forma dinâmica e bilateral com seus públicos. Ter o feedback imediato e transmitir notícias e informações específicas para quem se deseja comunicar é o foco principal destes meios que apresentam características próprias.
As revistas customizadas digitais vão além de uma representação online de suas edições online. No meio cibernético, este veículo de comunicação ganha uma nova configuração e novos atrativos, lançando mão de um recurso atrativo básico e fundamental da comunicação impressa: a capa, ou a home, neste caso. Assim, como no meio impresso, é necessário criar um atrativo na página principal para despertar o interesse do leitor e, com isso, todos os apelos são bem vindos, inclusive aqueles que dizem respeito a possibilidade da interatividade. E esta é a possibilidade de acessar entrevistas especiais online, ouvir conteúdo radiofônico e participar de pesquisas e testes de produtos promocionais de parceiros, entre outras que as publicações corporativas conquistaram com a convergência digital.
Já os blogs corporativos surgem como a mais nova ferramenta utilizada pelas empresas que, além de outras coisas, serve para colaboração e gestão do conhecimento contribuindo, desta forma, para o fortalecimento do relacionamento com seus públicos, através de apelo diferenciado: o imediatismo. Uma vez que na blogosfera o conceito de “Real Time” representa contato automático seja por meio de mensagens instantâneas/ comentário (que podem ser respondidas automaticamente), seja por meio de postagem imediata de conteúdo sugerido pelos internautas.
Desta forma, a comunicação organizacional se mantém atualizada e corre atrás de um paradigma essencial para a existência da corporação: estar visível ao público-alvo contra a concorrência.
(CONSIDERAÇÕES FINAIS DE ARTIGO - Comunicação digital: a contribuição para o panorama da comunicação digital)
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domingo, 23 de maio de 2010
As Revistas na Web

De acordo com dados da Aner - Associação Nacional dos Editores de Revistas, percebe-se que o mercado brasileiro de revistas que revive um momento positivo, com muitos lançamentos nacionais e licenciamentos de diversos títulos estrangeiros, apesar, e talvez mesmo, do meio online. Nascidas há mais de 400anos, as revistas deixaram de ser meros passatempos e cadernos de notas informativas convencionais e passaram a ser um espelho da sociedade moderna que, com o avanço da tecnologia e o surgimento de novas mídias, tem acesso a novas ferramentas para adquirir notícias e conteúdo geral que lhe interessa. Elas deixaram de lado suas velhas receitas que hoje, no mundo interativo, poderiam ser consideradas jurássicas, e ganharam uma nova postura, ousada e eficiente, que integra o leitor a um universo convergente de informação e comunicação.
As revistas eletrônicas (ou wannabes, como intitula o ator e comunicador Marcelo Tas) furaram as barreiras do convencional do papel e tinta e passaram a adotar um novo conceito, convencendo as pessoas a abandonar sua preferência por virar as páginas com suas próprias mãos. Além disso, o mundo digital vem se estruturando e especializando muito rápido, o que proporciona novas possibilidades para o leitor que busca, cada vez mais, uma publicação que se comunique com ele no nível que deseja. E é aí que entra a convergência digital que marca este século XXI como o século da revolução tecnológica. As revistas digitais são um reflexo dessa revolução tecnológica que trouxe possibilidades de comunicação, aprendizagem e negócios necessários para a sociedade trilhar novos caminhos para seu desenvolvimento e para as relações sociais.
Como resultado da nova demanda da população, a informação precisa ser transmitida mesmo que seja no universo online e a mídia precisa se digitalizar, mesmo que os veículos impressos não sejam extintos. Ela surgiu não só pela busca da adaptação à novas tendências, viabilidade de consumo e ganhos financeiros com a informação online. Antes de qualquer coisa, ela é fruto de pesquisas e análises da mídia impressos, de produtos digitais e das vantagens que a cibercultura dispõe. Ela chegou com diversas ferramentas disponíveis e também com grandes anseios, uma incrível fome por novidades, e por isso deve estar sempre preparada para satisfazer essas necessidades que despertam a atenção do leitor.
Por isso mesmo, uma revista digital apresenta formato e linguagem diferenciados, utilizando uma identidade visual jovem e moderna indispensável no uso de tecnologia e das ferramentas adicionais para alcançar e interagir com o internauta (como sons, animação, álbum de fotos digitais, etc). Apesar de não marcarem ainda o fim das publicações impresas com as quais estão co-existindo, as edições online hoje confirmam apenas uma nova tendência das editoras de lançar mão das novas tecnologias para talvez, num futuro mais próximo do que se supõe, substituir o papel. E hoje há uma busca intensa de ampliação de conteúdo na internet, com sites de praticamente todas as publicações, um processo de transposição de vários títulos para o meio online que ganhou a adesão, em sua maioria, de grandes e variados grupos de mídia como a Abril, a Editora Peixes, a Alto Astral, Editora Bregantini, Globo e Três.
Essa transposição das edições impressas para as edições online nas revistas também são um reflexo natural dos crescentes investimentos dos anunciantes em suportes digitais. E, por isso mesmo, sua qualidade não deixa nada a desejar às impressas já que continuam mantendo o nível do conteúdo explorado em suas edições, mas, sem sobra de dúvidas, tornam-se mais próximas do seu público-alvo quando abrem novos canais para a comunicação e possibilitam a redução de censuras culturais, como fóruns, chats, comunidades em redes sociais, etc.
(CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ARTIGO - Comunicação digital: O panorama das revistas online)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Ferramenta para qualidade de serviço
O E-zine Digital indica para os bloggers de plantão o artigo "A comunicação como componente na qualidade de serviço: Qual a importância da comunicação para as organizações?" de Lucinéa Bueno dos Reis, graduada em Automação de Escritórios e Secretariado pela Universidade do Vale do Itajaí, Pós Graduada em Gestão de Pessoas nas Organizações pela Universidade Federal de Santa Catarina e aluna especial da Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina.

Contudo, entende-se que a comunicação eficaz é uma das ferramentas essenciais para o sucesso de uma organização, de um indivíduo, de uma nação, e, portanto as organizações estão cada vez mais tentando flexibilizar as comunicações e facilitar o fluxo das informações entre seus colaboradores para obterem sucesso, pois a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade, e cada vez mais as pessoas que pretendem atingir um alto nível de profissionalismo buscam a excelência na comunicação.
Conforme Chiavenatto (2002), comunicação "é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informação. Constitui um dos processos fundamentais da experiência humana e da organização social". Já Redfild (apud Rego 1996, p. 59) afirma que "a comunicação é o processo de transferir uma pequena informação selecionada (mensagem) de uma fonte de informação a um destinatário".
É com o propósito de analisar a importância da comunicação visando à maximização para a qualidade de serviços, que se norteará este trabalho, e considerando os fatos aqui expostos, questiona-se: Qual a importância da comunicação para a organização?"
O trabalho aborda a importância da comunicação em todas as esferas do processo corporativo, como podemos observar em texto introdutório da autora abaixo:

"A comunicação é uma questão essencialmente social, pois o homem desenvolveu diferentes sistemas de comunicação que torna possível a vida social. Ela existe desde os primórdios, pois as pessoas se relacionam através da comunicação, seja ela falada, escrita ou gesticulada. Pode-se dizer que a comunicação faz parte da interação humana, e o êxito da organização depende da habilidade que os indivíduos têm de comunicar-se entre si.
Contudo, entende-se que a comunicação eficaz é uma das ferramentas essenciais para o sucesso de uma organização, de um indivíduo, de uma nação, e, portanto as organizações estão cada vez mais tentando flexibilizar as comunicações e facilitar o fluxo das informações entre seus colaboradores para obterem sucesso, pois a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade, e cada vez mais as pessoas que pretendem atingir um alto nível de profissionalismo buscam a excelência na comunicação.
Conforme Chiavenatto (2002), comunicação "é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informação. Constitui um dos processos fundamentais da experiência humana e da organização social". Já Redfild (apud Rego 1996, p. 59) afirma que "a comunicação é o processo de transferir uma pequena informação selecionada (mensagem) de uma fonte de informação a um destinatário".
É com o propósito de analisar a importância da comunicação visando à maximização para a qualidade de serviços, que se norteará este trabalho, e considerando os fatos aqui expostos, questiona-se: Qual a importância da comunicação para a organização?"
O artigo na integra pode ser conferido no site Comunicação Empresarial Online, na página http://www.comunicacaoempresarial.com.br/comunicacaoempresarial/artigos/comunicacao_corporativa/artigo12.php
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O universo feminino: revistas in pink
Por volta do século XVII, começaram a circular pela Europa os primeiros jornais femininos, que tiveram uma distribuição bastante razoável para a época. Com o aparente sucesso desses periódicos junto às leitoras, surge, em 1693, na Inglaterra, a primeira revista feminina O Mercúrio das Senhoras. Em seguida, nascem outros tantos que apresentavam, mais ou menos, o mesmo modelo: literatura e consultório sentimental. Entre eles, pode-se destacar O Diário das Senhoras (1704), Magazine das Senhoras, Museus de Belas Letras e Companhia de Entretenimento para o Sexo Frágil (1770).
Nessa mesma época, surgem vários veículos de entretenimento como The Queen, na Inglaterra, no qual a própria Corte é vulgarizada. Também a partir de 1770, a Itália publica os seus primeiros periódicos femininos, que colocavam a “mãe num pedestal, como pedra angular da família”. Em 1774, nasce a primeira revista feminina alemã, Akademie der Grazien, seguindo os moldes já existentes. Mas, no começo do século XVIII, o Journal fur Deutsche Franen acrescentou às poesias e charadas tradicionais uma novidade: o horóscopo.
Entretanto, foi na França que a imprensa feminina mais floresceu, servindo, posteriormente, de modelo para a brasileira, que viria a surgir no século XIX. Os franceses disseminaram a estratégia de encartar nas revistas os moldes em papel, cuja venda avulsa já existia desde o século XVIII.
Nessa mesma época, surgem vários veículos de entretenimento como The Queen, na Inglaterra, no qual a própria Corte é vulgarizada. Também a partir de 1770, a Itália publica os seus primeiros periódicos femininos, que colocavam a “mãe num pedestal, como pedra angular da família”. Em 1774, nasce a primeira revista feminina alemã, Akademie der Grazien, seguindo os moldes já existentes. Mas, no começo do século XVIII, o Journal fur Deutsche Franen acrescentou às poesias e charadas tradicionais uma novidade: o horóscopo.
Entretanto, foi na França que a imprensa feminina mais floresceu, servindo, posteriormente, de modelo para a brasileira, que viria a surgir no século XIX. Os franceses disseminaram a estratégia de encartar nas revistas os moldes em papel, cuja venda avulsa já existia desde o século XVIII.
Até a metade do século XIX, a imprensa feminina era mais voltada para a elite, mas, devido a vários fatores, entre os quais a evolução das editoras como negócio, nos Estados Unidos, o perfil das leitoras é modificado. Edward Bok, diretor da revista Lady’s Home Journal (1893), por exemplo, impingiu ao periódico o conceito de que “a mulher devia ter idéias práticas, uma certa ambição, melhor aparência física e o gosto mais apurado”. É nessa época que surgem, também nos Estados Unidos, periódicos que valorizavam a vida prática como Good Housekeeping e McCall’s, ambas na faixa dos 7 milhões de exemplares mensais.
Até a década de 30 deste século, as capas das revistas eram bem simples e, muitas delas, nem ilustrações possuíam. A inovação chegou com o lançamento de Marie Claire, na França, em 1937. Nela, vinham estampadas, todas as semanas, um rosto de mulher bonita, jovem e alegre. Além disso, constituía um produto diferenciado por ser a primeira a ter um nome personalizado e um visual moderno, ou seja, páginas mais limpas e tipos maiores para facilitar a leitura.
Aos poucos, as cores foram sendo, também, incorporadas à imprensa feminina. O espaço destinado a fotos cresceu bastante, tanto em tamanho como em quantidade. E as fotografias de moda — que antes eram estáticas — ganharam movimento e ares de fantasia, adquirindo, mais ou menos, o formato em que se apresentam atualmente.
À medida em que as revistas femininas se fortaleciam, os suplementos dos jornais voltados as mulheres foram perdendo espaço. Ainda na década de 30, explodiu, em vários países, a disseminação de revistas sentimentais como Confidence. Essas publicações prepararam o público para a chegada das fotonovelas, que se daria dez anos depois, durante a Segunda Guerra Mundial, e cujo objetivo era, essencialmente, entreter um público bem especial: as mulheres.
Enquanto a imprensa feminina fervilhava na Europa, no Brasil, ela só apareceu, no início do século XIX. Chegando com dois séculos de atraso, a imprensa feminina brasileira nasceu com o lançamento de O Espelho Diamantino, em 1827. Por apresentarem um conteúdo bastante diversificado, algumas revistas brasileiras receberam o nome de “armazém”, como por exemplo, O Armazém de Novellas Escolhidas, de 1851.
Ainda na metade do século XIX, começaram a despontar alguns órgãos defensores dos direitos femininos, eram os primeiros jornais feministas do país. Entretanto, eles não diferiam muito dos outros, porque traziam, entre outras coisas, literatura, moda e entretenimento. Mas, em 1888, em São Paulo, Josephina Álvares de Azevedo, irmã do poeta Álvares de Azevedo, lançou um jornal cujas idéias eram mais contestadoras. Favorável ao divórcio, Josephina achava um absurdo idéias como: “no homem residirá sempre o princípio da autoridade”.
Como a Imprensa feminina servia de canal de expressão para as sufocadas vocações literárias das mulheres, muitos periódicos acabaram nascendo em função da literatura. Este é o caso de A Mensageira, fundada pela primeira mulher a entrar para a Academia Paulista de Letras, Presciliana Duarte de Almeida, em 1897.
O primeiro grande periódico feminino, A Revista Feminina, foi fundado, também, por uma mulher, Virgiliana de Souza Salles, em 1914. Circulando até 1936, esta foi o melhor exemplo de aliança entre imprensa, “indústria nascente e publicidade”. Na década de 20, registra-se a existência de revistas simpatizantes do anarquismo, como A Renascença. Apesar de não terem apresentado grande repercussão, elas mostraram a força das vozes femininas no país, pois ocuparam mais espaço na imprensa geral. Ainda nessa década, surgiu a Única, primeiro periódico dirigido por uma mulher, Francisca de Vasconcelos Bastos Cordeiro, que assinava o expediente como “diretora-proprietária”. Dedicada à literatura, arte, elegância e sociologia, esta publicação mensal contava com colaboradores de peso como Cecília Meireles, entre outras personalidades atuantes na literatura brasileira da época.
Oito anos depois, foi lançada outra revista dirigida por uma mulher, Ivete Ribeiro, Brasil Feminino. Este periódico, voltado a um público de classe média, “incentivava as mulheres a trabalhar fora de casa e tinha uma seção de bons exemplos”. Depois de três décadas de reivindicações, as mulheres foram legitimadas como cidadãs, ganhando direito ao voto. A falta de bandeiras provocou uma diminuição no movimento, que — após transferir seus interesses para outras questões mais voltadas à sociedade em geral — adquiriu um tom moralista e conservador .
Por volta de 1950, a fotonovela chegou ao Brasil e, dentro de um contexto de sentimentalização, impressionava o público feminino com suas histórias sobre problemas amorosos. Dentre as várias publicações desse tipo, podemos destacar Sétimo Céu, que durou muitos anos, até o gênero cair no desinteresse das leitoras.
A 18 de junho de 1952, nasceu a Capricho, que iniciou a grande imprensa feminina brasileira. Lançada em São Paulo, pela Editora Abril, esta revista marcou, também, a vinculação dos conceitos “imprensa e consumo”. Em 1961, a mesma editora lançou Cláudia, que foi, aparentemente, a primeira publicação brasileira com nome personalizado, conseqüência da tendência surgida na França, em 37.
Na década de 60, o sexo foi se insinuando, lentamente, nas revistas brasileiras. Tratada em poucas matérias, a questão sexual era mais freqüente quando se falava em métodos de controle de natalidade. Nos anos 70, ocorreu a disseminação da pílula anti-concepcional, originando uma imensa curiosidade sobre sexo. Assim, surgiram publicações como Nova, que — lançada em 1973 — era dedicada a mulher “solteira ou casada com ambições profissionais e de uma certa liberação sexual”.
Com o lançamento de Carícia, em 1975, a Editora Abril se consolidou como especialista em jornalismo feminino, possuindo o maior número de títulos na história do Brasil (Cláudia, Capricho, Nova, Carícia, Manequim, entre outras). Atualmente, a Abril é considerada uma grande “escola de jornalismo feminino”, devido ao seu quadro de publicações destinadas ao público feminino. Vale destacar que se incluem no universo das revistas femininas tanto aquelas voltadas às mulheres adultas, como as dirigidas a um segmento mais jovem.
Revistas de comportamento: O universo masculino

É difícil determinar, exatamente, qual a primeira publicação e a evolução histórica mundial do que se conhece por imprensa masculina. Entretanto, pode-se supor que os primeiros periódicos dirigiam-se em especial ao público masculino. Isto porque na época em que apareceram os primeiros veículos impressos, não era de muito bom tom que as mulheres lessem muito a respeito do que acontecia no mundo, pois não lhes era recomendado interferir em assuntos que, em geral, só diziam respeito aos homens. Muitas vezes, às mulheres só cabia tomar conhecimento do que seus pais ou maridos lhes permitissem.
Mas, o primeiro indício direto de uma imprensa essencialmente masculina data de 1731, quando Edward Cave iniciou a publicação do Magazine de Cavalheiros (que sobreviveu durante 208 anos), seguindo o modelo do simplório Jornal de Cavalheiros (1692), cuja existência foi quase irrelevante. Logo em seguida, surgiram vários periódicos destinados apenas aos homens.
Mas, o primeiro indício direto de uma imprensa essencialmente masculina data de 1731, quando Edward Cave iniciou a publicação do Magazine de Cavalheiros (que sobreviveu durante 208 anos), seguindo o modelo do simplório Jornal de Cavalheiros (1692), cuja existência foi quase irrelevante. Logo em seguida, surgiram vários periódicos destinados apenas aos homens.
No entanto, o marco da história da imprensa masculina foi, com certeza, a Playboy. Idealizada por, Hugh Hefner, um ex-jornalista da Esquire e do Children’s Activities, a revista se mostrou um sucesso, desde a primeira edição, quando os quase 54 mil exemplares foram esgotados rapidamente. Com muito bom gosto, ela uniu sensualidade, sua marca registrada e informações de boa qualidade sobre assuntos variados.
Surgida em função da leitura de uma obra de Kinsey (Sexual Behavior in the Human Male) — quando Hefner ainda estudava na Universidade de Illinois — a publicação inicial de Playboy custou mais de US$ 10 mil (dez mil dólares). Para conquistar esse sonho, ele penhorou seus móveis e arrecadou o restante do dinheiro junto a amigos, que participaram do ambicioso projeto. Assim, em 1953, chegou às bancas dos Estados Unidos a primeira edição da revista, composta de nus de Marilyn Monroe (então no ápice da carreira), que haviam figurado em um calendário cujos direitos ele adquirira.
O caso Brasil: os periódicos em verde e amarelo

A “era de Gutemberg” chegou ao Brasil com cerca de três séculos de atraso, sendo introduzida após a transferência da Corte Portuguesa para a Colônia, devido à expansão napoleônica, em 1808. Neste mesmo ano, foi instaurada a Imprensa Régia e, também, introduzida a censura de 24 de junho.
Bastante artesanais e de cunho opinativo, os jornais da época, em geral, não tinham fôlego para sobreviverem mais do que dez anos. Mesmo assim, pode-se afirmar que a imprensa nacional teve um desenvolvimento relativamente rápido. Em 1827 já surgia, no Rio de Janeiro, a primeira revista brasileira, O Espelho Diamantino, também considerada a primeira no país dirigida ao público feminino. Os veículos voltados aos homens apareceriam mais tarde.
O uso da litografia, a partir de 1844, abriu espaço para as gravuras, que, em sua maioria, apresentavam uma qualidade artística incontestável, além de serem assinadas por artistas famosos da época, como Angelo Agostini. Em 30 de janeiro de 1869, foi publicada a primeira história em quadrinhos nacional, As Aventuras de Nhô Quim, ou Impressões de uma viagem à Corte, do mesmo Angelo Agostini. Mas só em 1905, com a publicação de Tico-Tico, é que a história em quadrinhos transformou-se em revista infantil.
Com o crescimento da indústria brasileira, os primeiros jornais operários, lançados no final do século XIX, em torno de 1890, ganharam mais força e adeptos, dando origem a revistas operárias, como O Imigrante. No início do século XX, os veículos da imprensa brasileira já se apresentavam como empresas capitalistas, o que lhes permitiu a modernização tecnológica. Esse período, também é marcado pelo surgimento das revistas destinadas à classe média urbana, como a Revista da Semana (1901), pela presença de recursos ilustrativos, como fotografias, desenhos ou caricaturas e da literatura, através da colaboração de vários escritores, que começavam a abandonar os jornais.
Em 1928, foi fundada a revista O Cruzeiro que, nas décadas seguintes, ganhou circulação nacional. Nessa época, observa-se também a explosão dos ciclos do cinema mudo em quase todos os estados brasileiros. Este processo foi marcado pelo desenvolvimento da arte cinematográfica e pela influência dos cineastas europeus como Eisenstein, Buster Keaton, Fritz Lang, entre outros. O cinema foi ganhando força e, também, espaço na Imprensa nacional.
Em 1940, aproximadamente, todos os desenhos foram substituídos pela fotografia, que encontrou um campo fértil nas revistas.
Em 1940, aproximadamente, todos os desenhos foram substituídos pela fotografia, que encontrou um campo fértil nas revistas.
Por volta dos anos 50, chegou ao Brasil, a fotonovela, com a publicação de Grande Hotel, pela Editora Vecchi. Seguindo o modelo italiano, criado durante a Segunda Guerra Mundial, esses periódicos ganharam destaque pelas histórias frívolas de moças românticas e sofredoras, até serem esquecidos na década de 70.
Em 1952, a Editora Nova Cultural lançou Capricho, veículo voltado para adolescentes, que incluía fotonovela, literatura e informações utilitárias. Ainda neste ano, foi lançada a maior revista de circulação nacional, Manchete da Editora Bloch, que deu início a um novo período na história da imprensa brasileira. É a partir daí que surgem outras publicações com propostas essencialmente informativas.
Assim, nasceu, em 1968, Veja, uma revista semanal, de informações gerais que, 20 anos depois alcançou o quinto lugar das publicações mais vendidas no país. Veja foi lançada pela Editora Nova Cultural, posteriormente intitulada Abril Cultural, que introduziu o primeiro conceito de editora-empresa, com a publicação das histórias em quadrinhos da Walt Disney Company, em 1950. A Abril é, hoje, uma das maiores empresas editoriais do Brasil, competindo, talvez, apenas com a Empresa Globo de Comunicação. Além disso, foi a responsável por inúmeros títulos importantes para a história da revista brasileira como, por exemplo, Realidade e Cláudia.
No final dos anos 80, verifica-se uma explosão do jornalismo especializado, através do lançamento de revistas como Bizz (música), Vídeo News (cinema e vídeo), Set -Cinema & Vídeo, entre outras. As publicações já existentes, como Capricho, adquiriram novas diagramação e linha editorial. Já nos anos 90 alguns periódicos sofreram novas mudanças e assumiram outros nomes e, em outros casos, acabaram até deixando de existir. É o caso de Bizz, que passou a ser intitulada Show Bizz, antes de sair do mercado. Além disso, observa-se um aumento do número de publicações, especialmente, daquelas voltadas aos segmentos masculino adulto, feminino adulto e adolescente feminino.
Uma pra mim, Uma pra Tu: Um caso de segmentação

Satisfazer os desejos mais específicos dos leitores foi a arma utilizada pelas revistas para se imporem no mercado editorial e, por isso, corresponde a um excelente objeto de análise e estudo da sociedade, uma vez que, participou ativamente da história da imprensa e guardou características originárias de diversos grupos sociais do mundo, durante seu desenvolvimento enquanto meio de comunicação. Com certeza, sua influência mais forte pode ser observado no começo do século, período de transformações radicais.
Foi nesta época, por exemplo, que o mercado recebeu a primeira das publicações a causar a maior revolução editorial: a Marie Claire, magazine francesa lançado em 1937, com capa e diagramação mais agradáveis, e nome pessoal. Então, chega a II Guerra Mundial e, para entreter a população, lançam-se as fotonovelas, histórias desenvolvidas através de fotografias e textos curtos. Anos depois, o mundo é abalado pela ousadia de Hugh Marston Hefner que lançou, em 1953, a sua Playboy, considerada a melhor e mais gostosa revista masculina. Neste mesmo período, nasceu a Time, a primeira revista mensal de informação com um bom trabalho de pesquisa e apuração sobre acontecimentos do mundo todo.
Era o surgimento do processo de segmentação das revistas, que foi se adaptando, cada vez mais, aos perfis dos seus públicos, ganhando força no mercado editorial e evoluindo, com o passar do tempo para o modelo atual, que abrange veículos de assunto especializado (profissional e não profissional) e aqueles especializados em público (comportamento e generalidades). Hoje, são cerca de 65 mil títulos espalhados no mundo, que discorrem sobre diversos assuntos, mas mantém o mesmo foco das publicações de outrora: trazer informação e entretenimento para o leitor.
As revistas especializadas nunca estiveram tão em voga quanto agora. Atualmente, este universo é dividido entre dezenas de segmentos (como economia, moda, decoração, saúde, jardins, informática, propaganda e bordo), fora aquelas dirigidas especificamente a homens, mulheres e adolescentes das classes A e B (“revistas de comportamento”). Além de poder de compra, esses públicos – que só começam a ter interação com os veículos a partir dos 15 anos e que lêem - têm instrução para manter o hábito da leitura e, assim, o mercado. Por isso, a grande maioria das revistas é pensada com o objetivo de fazer o produto certo para o público certo e atingir uma circulação significativa, para defender o interesse dos anunciantes.
Assim, visando interesses pessoais e representando as “posturas sexuais” de seus leitores, o produto tem conquistado nichos de mercado, antes nunca trabalhados como o público gay, por exemplo, que, até algumas décadas atrás, vivia num submundo fechado. Hoje, derrubados os muros do preconceito, conquistaram espaço na mídia com revistas próprias como a americana The List e a italiana King, depois de figurar em capas dos principais periódicos do mundo - como K.D. Lang, na Vanity Fair, em 1993.A revista de comportamento conseguiu se sedimentar no mercado editorial mundial, diferenciando-se dos demais meios pela sua capacidade de apreender as mudanças da sociedade, de forma instantânea, e criar novos conceitos de comportamento. Hoje, o periódico ocupa um papel importante na comunicação e continua crescendo, apesar das crises econômicas dos tempos modernos e do surgimento de novas mídias (como a internet, a tv interativa e o papel digital).
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